Ela era quieta, inofensiva, na dela. Sempre sozinha. A solidão era parte dela. Inocente. E essa inocencia fazia com que as pessoas ao seu redor pudessem pisar nela, humilhar. Ela era boba, e não sabia se defender. Mas ela cresceu. Cresceu e aprendeu, tanto a se defender, como a pisar naqueles que um dia pisaram nela, a humilhar quem um dia a humilhou. Ela amadureceu. Hoje é ela quem pisa.
(UGNTBA)